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Especial 08: Pesquisas e Inovações Covid 19

26

jun 2020

Por:biominas
Biominas HUB | Inovação | Notícias

Na nossa última edição especial do coronavírus, vamos falar um pouco sobre startups e empresas do Biominas HUB que estão desenvolvendo soluções para combater a COVID-19. 

 

Recombine Biotech

A Recombine Biotech é uma startup de desenvolvimento e produção de diagnósticos. A empresa nasceu do desenvolvimento de projetos de pesquisa na Universidade Federal de Viçosa (UFV) e atualmente estão incubados no TecnoParq – UFV, e vinculados a Fundação Biominas através do programa Biominas HUB.

A empresa trabalha no desenvolvimento de novos diagnósticos para COVID-19 baseado em testes rápidos e na técnica ELISA. Os testes rápidos são práticos, oferecem resultados em 10 minutos e não requerem equipamentos, sendo assim são ferramentas fundamentais para o rastreio dos casos.

Já o diagnóstico imunoenzimático (ELISA) possui a vantagem de ser mais sensível e específico que o diagnóstico rápido, e são testes quantitativos, podendo ser utilizados como ferramenta confirmatória do diagnóstico. Embora necessitem de alguns equipamentos especializados, como o espectrofotômetro, o teste imunoenzimático é um diagnóstico mais barato que o PCR, atualmente utilizado como confirmatório de COVID-19.

Desta forma, ambos os testes são valiosos e complementares, sendo essenciais para o enfrentamento da pandemia.

A médio e longo prazo, o objetivo da empresa é desenvolver novos antígenos, e desta forma, obter um diagnóstico completamente nacional, contribuindo assim para maior independência da indústria de biotecnologia brasileira.

 

Safetest

 

A Safetest está incubada no Biominas HUB desde 2018, e seu foco inicial é o desenvolvimento de um teste para Leishmaniose Canina, mas no atual momento está diversificando seu trabalho e desenvolvendo também testes para COVID-19. 

“Graças a esse primeiro desenvolvimento, entendemos que o método que criamos pode ser utilizado para qualquer doença infecciosa”, disse Felipe Peixoto, cofundador e CEO da startup.

A tecnologia desenvolvida é 100% nacional, o que pode reduzir custos e o preço final do teste. O Safetest Covid-19 consiste em um teste sorológico rápido para detecção dos anticorpos IgG e IgM contra o Sars-CoV-2.  Felipe explica que a principal diferença na comparação com as alternativas de mercado é o uso de partículas virais sintéticas de base proteica, ou seja, criadas em laboratório, ao contrário dos antígenos usados nos processos tradicionais, que são importados.

 “Estamos terminando a validação clínica com 400 amostras, mas os resultados preliminares indicaram 100% de sensibilidade e 99,5% de especificidade. Os testes aprovados pelo FDA tem índices muito semelhantes”, diz Felipe. Vale ressaltar que, quanto mais altos estes indicadores, menor a possibilidade de dar falso positivo ou falso negativo.

Outro benefício do teste é o fato de ser universal, o que significa que ele é capaz de detectar qualquer variação já identificada do vírus, em qualquer parte do mundo. “Mais de 3.000 genomas foram analisados”, conta.

Além da Recombine e da Safetest, existem também outras iniciativas que buscam soluções  para este contexto de pandemia. A VIDA, por exemplo, que produz kits de diagnóstico para COVID-19 e a Idis2Go, que possui um sistema para que coletas de diagnósticos de coronavírus sejam feitas remotamente, garantindo o distanciamento social, principalmente para grupos de risco. 

Caso queira conhecer mais sobre nosso HUB de inovação e as diversas iniciativas vinculadas a ele, basta acessar este link

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